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21 coisas indispensáveis pra ter no Claude

As 21 configurações, recursos e hábitos que separam quem usa o Claude como buscador de quem usa como funcionário. Da prática de quem toca negócios com IA todo dia.

A maioria usa o Claude como um Google que escreve bonito. Quem extrai 10x usa ele como um funcionário: com contexto, processo e integração. Essas são as 21 coisas que fazem essa virada — da minha operação real tocando negócios com IA.

Fundamentos — configura uma vez, colhe pra sempre

  1. Custom instructions / Styles. Ensine de uma vez como você quer que ele fale (tom, tamanho, formato). Para de repetir "responde direto, sem enrolação" em toda conversa.
  2. Suba seus documentos reais. Planilha, PDF, print, contrato. Claude trabalhando no SEU dado entrega 10x mais que resposta genérica.
  3. Ligue a busca na web. Pra dado atual e com fonte, não só o que o modelo já "sabia".
  4. Use o modelo certo pra cada tarefa. O mais potente pra raciocínio e decisão; o rápido pra tarefa simples. Não se gasta bala de canhão em mosquito.

Projects — teu segundo cérebro

  1. Um Project por frente. Um pro negócio, um pro conteúdo, um pessoal. Cada um vira um contexto isolado e fixo.
  2. Knowledge base no Project. Cola seus processos, dados e padrões uma vez; toda conversa já nasce sabendo do contexto, sem você reexplicar.
  3. Instruções por Project. Cada frente fala de um jeito — o do negócio mais formal, o do conteúdo mais solto.

Artifacts — a parte que quase ninguém usa direito

  1. Peça artifacts pra documento, tabela e código vivo. Dá pra editar junto e iterar, sem refazer do zero.
  2. Artifacts viram mini-apps. Peça uma calculadora, um simulador, um dashboard simples — sai algo funcional em um prompt.
  3. Reaproveite o que ficou bom como template. Salva e reusa em vez de recriar.

Prompting de operador — o que muda a resposta de 5 pra 9

  1. Papel + objetivo + formato. "Aja como X, preciso de Y, no formato Z." Vago entra, vago sai.
  2. Mande UM exemplo do output que você quer. Um exemplo vale mais que três parágrafos explicando.
  3. Peça pra ELE te perguntar antes de responder. "Me faça as perguntas que faltam antes de gerar." Destrava resposta muito melhor.
  4. Peça raciocínio passo a passo nos problemas difíceis — decisão, análise, debug.
  5. Peça auto-crítica antes de usar. "O que tem de fraco ou errado nessa resposta?" Ele acha os próprios furos.
  6. Itere, não recomece. "Melhora o item 3", "deixa mais curto" rende mais que apagar e começar de novo.

Integrações — onde mora o poder real

  1. Conectores / MCP. Ligue o Claude ao seu Drive, Notion e outras ferramentas. Ele lê e age onde teu trabalho realmente está.
  2. Claude Code. Pra quem mexe com código e automação, é o pulo do gato: o terminal vira um agente que executa de verdade.
  3. App de desktop e celular. Captura a ideia no celular na hora, continua no desktop. O Claude te segue.

Hábitos que transformam o Claude num funcionário

  1. Trate como primeiro funcionário, não oráculo. Triagem de e-mail, resumo de reunião, rascunho de proposta, sparring de decisão (prós e contras).
  2. Crie um "banco de prompts" das tarefas que você repete — cola e roda. O que você faz toda semana não devia ser reescrito toda semana.

Isso aqui é o começo. O pulo real não é saber as 21 — é montar o hábito de jogar tudo no Claude primeiro, com contexto, e deixar ele ser teu funcionário. Se isso te ajudou, me segue no Instagram e no YouTube que eu mostro como uso na prática, todo dia.

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